TURISMO SAGRADOVIAGENS DE TRANSFORMAÇÃO · PROF. ARJUN

Existe um país que mede a felicidade. E escreveu isso na Constituição.

A jornada

O último reino budista do Himalaia

O Butão guardou a sua cultura escolhendo receber poucos viajantes. Os mosteiros-fortaleza ainda são o centro da vida religiosa e do governo, os monges dividem as ruas com quem vai ao trabalho de roupa tradicional e as rodas de oração giram o dia inteiro.

É uma viagem para desacelerar: caminhar pelos vales, subir até os mosteiros e sentir de perto como vive um povo que colocou a felicidade no centro das suas escolhas.

70%do país coberto de floresta
108chortens em Dochula
3.100 mo Ninho do Tigre
Monges conversando no pátio de um templo no Butão Terraços de arroz ao redor de casas tradicionais butanesas
Os picos nevados do Himalaia emoldurados por árvores, vistos de Punakha
A Felicidade Interna Bruta

Mais importante que o PIB

No começo dos anos 1970, o quarto rei do Butão, Jigme Singye Wangchuck, disse a um jornal estrangeiro que a Felicidade Interna Bruta importava mais que o PIB. Ele tinha 17 anos.

A ideia virou política de Estado: a Constituição de 2008 manda o governo criar condições para que as pessoas busquem a felicidade. Mais de 70% do país é floresta, e o Butão é um dos poucos países do mundo que absorvem mais carbono do que emitem.

É um lugar que faz a gente rever o que chama de progresso.
O roteiro

Dos vales de Paro ao Ninho do Tigre

O roteiro dia a dia, com hotéis e datas do grupo, você recebe na conversa pelo WhatsApp.

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Paroa chegada

Um pouso entre as montanhas

A chegada ao Butão já é uma experiência: o avião desce entre as montanhas até o vale de Paro, num dos pousos mais impressionantes do mundo. Ali começamos devagar, no ritmo do vale.

  • O Rinpung Dzong, mosteiro-fortaleza sobre o rio Paro
  • O Kyichu Lhakhang, um dos templos mais antigos do Butão
  • As pontes cobertas de bandeiras de oração
O Rinpung Dzong e o vale de Paro entre as montanhas Ponte suspensa com bandeiras de oração sobre o rio Paro
2
Thimphua capital

A capital sem semáforos

Thimphu é uma das poucas capitais do mundo sem semáforo: o trânsito é orientado por guardas, com gestos que parecem uma dança. Do alto da colina, um Buda dourado olha pela cidade.

  • O Buda Dordenma, um dos maiores Budas sentados do mundo
  • O Memorial Chorten, onde os idosos caminham girando as rodas de oração
  • O Tashichho Dzong, sede do governo e do clero
O Buda Dordenma contra o céu azul, em Thimphu Monge girando rodas de oração num templo do Butão
3
Dochula e Punakhao passo e o vale

Os 108 chortens e o palácio entre dois rios

A estrada sobe até o passo de Dochula, onde 108 chortens se espalham pela colina e, em dias claros, o Himalaia aparece no horizonte. Depois descemos para o vale de Punakha, mais quente e cheio de arrozais.

  • O passo de Dochula e seus 108 chortens
  • O Punakha Dzong, no encontro dos rios Pho Chhu e Mo Chhu
  • A ponte suspensa de Punakha, sobre o rio
O Punakha Dzong à beira do rio Os chortens do passo de Dochula Vista aérea do Punakha Dzong entre os rios
4
Taktsango Ninho do Tigre

O mosteiro pendurado no penhasco

A subida até o Ninho do Tigre é o ponto alto da viagem. O mosteiro começou como caverna de meditação de Guru Rinpoche, que levou o budismo ao Butão, e o templo que se vê hoje foi erguido entre 1692 e 1694, a cerca de 900 metros acima do vale.

  • Uma trilha de algumas horas pela floresta, no próprio ritmo
  • Cavalos disponíveis para a primeira metade do caminho
  • Uma pausa no mirante, de frente para o mosteiro
O Taktsang preso ao penhasco sobre a floresta O Taktsang visto de perto, entre as rochas
5
Os festivaiso tsechu

Os monges dançam de máscara

Nos festivais tsechu, as danças cham contam os ensinamentos do Buda, com máscaras e roupas de seda que se repetem há séculos. Para os butaneses, só de assistir já se recebe uma bênção. Quando as datas permitem, o grupo viaja na época de um desses festivais.

Dançarino com máscara de chifres num festival tsechu Festival no pátio do Punakha Dzong
Receber o roteiro completo Hotéis, datas e investimento, numa conversa pelo WhatsApp
O que está contemplado

Tudo pensado para você só viver

  • Hotéis selecionados, com café da manhã
  • Transporte exclusivo e guia butanês credenciado durante toda a viagem
  • Entradas dos dzongs, templos e mosteiros do programa
  • Visto do Butão, emitido antes da viagem pelo receptivo local
  • Apoio total na preparação: voos, seguro, vacinas e câmbio
  • O acompanhamento do Arjun do começo ao fim

O Butão também pode ser a continuação de uma jornada pela Índia e pelo Nepal. Na conversa, apresento as formas de combinar os destinos.

Bom saber

Antes de embarcar para o Butão

Como funciona o visto?

O Butão só recebe viajantes com roteiro organizado por uma agência local credenciada, que também emite o visto antes do embarque. Cuidamos de todo esse processo por você.

Como se chega ao Butão?

De avião, até o aeroporto de Paro. Os voos saem de cidades como Kathmandu e Délhi, por isso o Butão combina muito bem com uma viagem ao Nepal ou à Índia.

A subida ao Ninho do Tigre é difícil?

É uma caminhada de algumas horas, com subida constante, feita no próprio ritmo. Há cavalos para a primeira metade do caminho, e quem preferir pode ficar no mirante, de onde a vista do mosteiro já é linda.

Qual é a melhor época?

A primavera e o outono, com céu mais limpo e temperaturas agradáveis. São também as épocas dos grandes festivais tsechu, como os de Paro e de Thimphu.

Prof. Arjun, sentado, em retrato com luz quente
Curadoria e condução

Um companheiro de viagem que já foi e voltou

O que me move é aquilo que une a humanidade. No Butão, isso aparece num povo inteiro que decidiu medir a própria riqueza pela felicidade, nos idosos que caminham girando as rodas de oração e nos monges que dançam para abençoar quem assiste.

É a esses encontros que eu levo você, com tempo, respeito e escuta, para que a viagem também seja uma pergunta sobre o que torna a vida boa de ser vivida.

Hoje eu volto a esses lugares para buscar quem também ouviu esse chamado.
Prof. ArjunTurismo Sagrado · Curadoria e condução
Canais diretos

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