Nepal, o caminho da iluminação.
Templos milenares, estupas que olham para você e o primeiro sol sobre as montanhas mais altas da Terra.
- 6 noites
- Himalaia
- Grupo reduzido
Kathmandu · Patan · Bhaktapur · Changunarayan · Nagarkot · Pokhara
Um santuário a céu aberto
Para quem busca a verdade interior, o Nepal é um santuário a céu aberto. Num mesmo vale convivem o hinduísmo e o budismo, e em cada viela há um templo, uma roda de orações girando ou uma lamparina acesa por alguém que passou antes de você.
Das cerimônias do fogo às alamedas silenciosas dos mosteiros, o Nepal conduz o viajante numa jornada para dentro, até o amanhecer diante do Himalaia, quando o Everest e o Annapurna aparecem no horizonte.
O amanhecer diante do Himalaia
Em Nagarkot, no alto das colinas a leste de Kathmandu, acordamos antes do sol. Aos poucos, a luz vai acendendo, um a um, os picos eternos da cordilheira, e num dia limpo o Everest aparece ao longe.
Depois, em Pokhara, o lago Phewa reflete o Annapurna, e a cidade convida ao silêncio, à contemplação e à reflexão interior.
Do vale de Kathmandu aos pés do Himalaia
O roteiro dia a dia, com hotéis e datas do grupo, você recebe na conversa pelo WhatsApp.
Templos, palácios e os olhos de Buda
A capital do Nepal fica num vale cercado de montanhas. É ali que estão alguns dos lugares mais sagrados do hinduísmo e do budismo, a poucos minutos uns dos outros.
- A Praça Durbar, com seus templos e palácios antigos
- Swayambhunath, a estupa no alto da colina, conhecida como Templo do Macaco
- Boudhanath, uma das maiores estupas budistas do planeta
- Pashupatinath, um dos templos mais sagrados do hinduísmo
A cidade das belas-artes
Também chamada de Lalitpur, Patan tem ruas estreitas e um número enorme de templos hindus, mosteiros budistas e monumentos preservados.
- O Templo de Krishna, em pedra, no estilo shikhara
- O Hiranya Varna Mahavihar, o Templo Dourado
- A Praça Durbar de Patan, vista do alto
Onde a Idade Média ainda caminha pelas ruas
Monges povoam a cidade dos devotos, que guarda as ruas de paralelepípedo e as casas de tijolo vermelho do período medieval. Perto dali, num alto de colina, fica um dos templos mais antigos do Nepal.
- O Templo Nyatapola, de cinco telhados
- O Palácio do século XV e suas 55 janelas entalhadas
- Changunarayan, joia da arquitetura em pagode, famosa pelas esculturas em madeira e pedra
O Everest no horizonte
Um vilarejo nas montanhas, cercado de colinas verdes e trilhas tranquilas, famoso pela vista panorâmica do Himalaia. Ar puro, amanheceres de tirar o fôlego e uma atmosfera serena, perfeita para a contemplação e o descanso.
O lago que reflete o Annapurna
Um refúgio sereno aos pés do Himalaia, onde lagos cristalinos e montanhas eternas convidam à contemplação. O ritmo suave da vida local é um convite à harmonia.
- Um passeio de barco pelo lago Phewa
- O nascer do sol sobre o Machhapuchhre e o Annapurna
- Colinas verdes, cascatas e tempo livre para respirar
Tudo pensado para você só viver
- Hotéis de alto padrão com café da manhã, em quarto duplo (upgrade sob consulta)
- Transporte executivo exclusivo, com equipe de apoio em todas as excursões
- Guia nativo e o acompanhamento do Arjun do começo ao fim
- Entradas de todos os monumentos do programa
- Apoio total na preparação: visto, vacinas, câmbio, seguro e voos
- Apoio na emissão das passagens aéreas, com tarifas especiais
O Nepal também pode ser a continuação de uma jornada pela Índia, do Ayurveda no Kerala ao Ganges e daí ao Himalaia. Na conversa, apresento as duas formas de viajar.
Antes de embarcar para o Nepal
Preciso de visto?
Sim. Brasileiros podem tirar o visto de turista na chegada ao Nepal, e orientamos cada passo durante a preparação, junto com o passaporte, o seguro e as vacinas.
A altitude é um problema?
Não neste roteiro. Kathmandu fica a cerca de 1.300 metros e Pokhara, a menos de 1.000. As grandes montanhas são vistas dos mirantes, sem trilhas de alta montanha.
Preciso de preparo físico?
O roteiro é tranquilo. Há escadarias em alguns templos e caminhadas leves pelas cidades antigas, sempre no ritmo do grupo.
Posso combinar o Nepal com a Índia?
Sim. Muitos viajantes seguem da Índia para o Nepal na mesma viagem. Na conversa, explico como as duas jornadas se encaixam.
Um companheiro de viagem que já foi e voltou
O que me move é aquilo que une a humanidade. No Nepal, isso aparece na oração do monge ao amanhecer, na roda de orações que cada pessoa gira ao passar e na convivência tranquila entre o hinduísmo e o budismo, lado a lado, há séculos.
É a esses encontros que eu levo você, com tempo, respeito e escuta, para que a viagem também seja uma oportunidade de redescobrir a sua própria essência.
O Himalaia espera por você ao amanhecer.
Grupo reduzido, vagas limitadas. Garanta a sua conversa e receba o roteiro completo.
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