Peru, a jornada do Sol e das estrelas.
De Lima a Machu Picchu, em grupo reduzido, com uma noite sob a Chakana, o Cruzeiro do Sul dos Andes.
- 10 dias
- 1 a 10 de maio
- Grupo reduzido
Lima · Vale Sagrado · Maras e Moray · Machu Picchu · Cusco · Montanha Colorida
Dez dias para subir até o coração dos Andes
Começamos pelo Pacífico, na mesa farta de Lima, e subimos devagar, como pedem as montanhas: primeiro o Vale Sagrado, mais baixo e mais quente, onde o corpo se acostuma com a altitude enquanto a alma se acostuma com o silêncio. Depois, as salinas de Maras, os anéis de Moray, o trem pelo rio Urubamba e o amanhecer em Machu Picchu.
Cusco, o antigo umbigo do mundo inca, fecha a travessia, e a Montanha Colorida guarda o último assombro, a mais de cinco mil metros.
Quando o céu desenha a cruz dos Andes
No dia 3 de maio, o Peru celebra a Festa das Cruzes, a Cruz Velakuy. Para os povos andinos, essa é também a noite da Chakana, o Cruzeiro do Sul, que nessa época aparece no céu como uma cruz perfeita. É ela que dá forma à cruz escalonada dos incas, a ponte entre o mundo de cima e o mundo de baixo.
Chegaremos ao Vale Sagrado justamente nesse dia, para uma noite de observação das estrelas, longe das luzes da cidade.
Do Pacífico ao topo dos Andes
O roteiro completo, com hotéis, horários e o que está contemplado, você recebe na conversa pelo WhatsApp.
A chegada ao Pacífico
Desembarque em Lima e acomodação no hotel. A primeira noite é para descansar da viagem e sentir a brisa do oceano.
A cidade dos reis e da boa mesa
Pela manhã, um passeio pela Lima histórica e pela Lima à beira-mar. Às 14h, almoço num dos bons restaurantes da cidade, que é uma das capitais gastronômicas do mundo. A tarde fica livre.
- Centro Histórico, Patrimônio Mundial da Unesco, com a Plaza Mayor e a Catedral
- O Convento de São Francisco e suas catacumbas
- Miraflores e o malecón, o calçadão sobre as falésias do Pacífico
- O ceviche, prato-símbolo do Peru, na mesa do almoço
A subida e a noite das estrelas
Voo de Lima para Cusco pela manhã, com cerca de 1h20 de duração. Do aeroporto, seguimos por duas horas de estrada até o hotel no Vale Sagrado, entre montanhas e campos de milho.
- O Vale Sagrado fica mais baixo que Cusco: o corpo se acostuma com a altitude sem pressa
- À noite, a festa andina do 3 de maio e a observação das estrelas sob a Chakana
O vale que os incas chamavam de sagrado
Um dia inteiro pelo Vale do Urubamba, com almoço entre as montanhas. Terraços que sobem as encostas, aldeias que mantêm o quéchua vivo e mãos que tecem como as avós teciam.
- Pisac: os terraços incas no alto da montanha e o mercado de artesanato
- Ollantaytambo, a cidade inca que ainda é habitada, e sua fortaleza
- A tecelagem andina, da lã de alpaca aos tingimentos naturais
O sal, a terra e o trem pelo rio
Manhã entre duas obras-primas da engenhosidade andina, com almoço no caminho. À tarde, o trem desce pelo cânion do rio Urubamba até o povoado aos pés de Machu Picchu, onde dormimos.
- As salineiras de Maras: milhares de poços de sal na encosta, em uso desde antes dos incas
- Moray: terraços circulares onde cada nível tem um clima próprio, como um laboratório de cultivo
- A viagem de trem entre montanhas e floresta
Machu Picchu, a cidade entre as nuvens
Bem cedo, subimos de ônibus pela montanha até a cidadela, para a visita guiada. À tarde, retorno de trem para Cusco.
- Erguida no século XV, no tempo do inca Pachacútec, e revelada ao mundo em 1911
- Uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo e Patrimônio Mundial da Unesco
- O Templo do Sol, a pedra Intihuatana e os terraços sobre o abismo
Cusco, o umbigo do mundo
Em quéchua, Qosqo quer dizer umbigo. Foi a capital do império inca, e as igrejas coloniais foram erguidas sobre os muros de pedra que os incas deixaram. Um dia para caminhar por essa cidade em camadas.
- A Plaza de Armas e a Catedral
- O Qorikancha, o Templo do Sol, sob o convento de Santo Domingo
- San Blas, o bairro dos artesãos
- Sacsayhuamán, com pedras gigantes encaixadas sem argamassa
Vinicunca, a montanha pintada
Saímos de madrugada e, depois de cerca de três horas de estrada, começamos a caminhada até o mirante, a mais de cinco mil metros. As faixas de cor são minerais que o tempo foi deitando na rocha.
- Caminhada de cerca de uma hora e meia a duas horas, no próprio ritmo
- Cavalos disponíveis no caminho para quem preferir
- Alpacas, pastores e o silêncio da cordilheira
Um dia só seu
Para descansar, voltar a um lugar que tocou você ou explorar o que ficou de fora. Algumas sugestões:
- A Laguna Humantay, de águas turquesa aos pés das geleiras (passeio opcional)
- O mercado de San Pedro e as lojas de tecidos de San Blas
- Uma tarde sem pressa num café com vista para os telhados de Cusco
A volta, com outro olhar
Voo de Cusco para Lima e conexão para o Brasil. Os Andes ficam para trás, e o que eles ensinaram vem junto na bagagem.
Uma jornada que começa muito antes do embarque
Os grupos são reduzidos e as vagas, limitadas. Por isso, tudo começa com uma conversa.
Consultoria privada
Você conta o que busca. Eu apresento o roteiro, os hotéis e o grupo que combina com o seu momento.
Preparo assistido
Inscrição, voos, seguro, orientações para a altitude e uma seleção de leituras para você chegar já em sintonia.
A travessia
Hotéis selecionados, receptivo local, guias credenciados e eu ao seu lado. Sua única tarefa é viver o que veio viver.
Antes de subir aos Andes
E a altitude?
Cusco fica a cerca de 3.400 metros. Por isso o roteiro chega primeiro ao Vale Sagrado, que é mais baixo, e só depois sobe para Cusco e para a Montanha Colorida. Antes da viagem, você recebe todas as orientações para se preparar.
Preciso de passaporte?
Brasileiros entram no Peru com passaporte válido ou com a carteira de identidade em bom estado. Na conversa, confirmamos o documento ideal para o seu caso.
Como é o clima em maio?
Maio abre a estação seca nos Andes: dias de sol e céu limpo, e noites frias. É a época ideal para caminhar e para ver as estrelas. Em Lima, o tempo é ameno.
Preciso de preparo físico?
O roteiro é tranquilo na maior parte dos dias. A caminhada da Montanha Colorida é a mais exigente por causa da altitude, e quem preferir pode subir a cavalo. Conversamos sobre o seu ritmo antes da inscrição.
Um companheiro de viagem que já foi e voltou
O que me move é aquilo que une a humanidade: o gesto da tecelã nos Andes, a oração do monge no Himalaia, a mesa partilhada numa casa indiana. Cada cultura guarda a sua resposta para a pergunta que todos fazemos, como viver bem, e é a esses encontros que eu levo você, com tempo, respeito e escuta.
Os Andes esperam por você em maio.
Grupo reduzido, vagas limitadas. Garanta a sua conversa e receba o roteiro completo.
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